A sessão terminou, mas algo importante continua trabalhando em você — e ainda não ganhou nome.
Supervisão clínica continuada · online
Um lugar para pensar a clínica antes que a urgência decida por você.
Supervisão quinzenal com Adriano Gosuen e Thaynara de Castro Simei para psicólogos que desejam ampliar leitura, formulação e decisão clínica — com espaço para dúvida, experimentação e desenvolvimento deliberado.
Para psicólogos com prática clínica ativa. Encontros ao vivo e não gravados.


Quando procurar supervisão
A supervisão não serve apenas para apagar incêndios.
Ela também é o lugar para compreender o que está acontecendo enquanto ainda há tempo para formular, experimentar e escolher com mais precisão.
Você consegue enxergar várias explicações, mas precisa decidir qual delas vale investigar primeiro.
Você percebe que sua pressa, seu receio ou sua vontade de ajudar também entrou na conversa.
Trabalhamos para ampliar as perguntas, tornar as hipóteses mais consistentes e ajudar você a decidir o próximo movimento clínico com responsabilidade — sem apagar seu estilo nem substituir sua abordagem.
O trabalho no encontro
Da história narrada à decisão possível.
Cada discussão parte de uma situação concreta da prática e percorre quatro movimentos. Eles não formam uma receita: organizam uma conversa clínica capaz de sustentar complexidade.
O que aconteceu?
Recuperamos a sequência da sessão, os contextos, as falas e os momentos em que algo mudou na relação.
O que isso pode estar fazendo?
Produzimos hipóteses funcionais e contextuais sem transformar a formulação em rótulo ou certeza precoce.
Como o terapeuta participa?
Examinamos escolhas, reações, limites, silêncios e padrões do próprio profissional dentro do processo.
Qual movimento testar?
Ensaiamos perguntas, feedbacks e intervenções e definimos um foco observável para as sessões seguintes.
Formatos
Continuidade suficiente para acompanhar o que muda na prática.
A supervisão é oferecida em grupos pequenos e no formato individual. Em ambos, o encontro não se limita ao relato: há formulação, feedback e treino.
Supervisão em grupo
Um espaço colaborativo em que cada história amplia o repertório de todos. É possível aprender trazendo sua prática ou acompanhando atentamente a discussão dos colegas.
- Participantes2 a 6 psicólogos
- Duração e frequência1h30 · quinzenal
- ConduçãoAdriano + Thaynara
- Discussõesem geral, duas histórias por encontro
- Horários atuaissegundas · 16h ou 17h30
Supervisão individual
Para acompanhar uma questão específica, aprofundar um padrão recorrente ou construir um plano deliberado de desenvolvimento clínico.
- Participantes1 psicólogo
- Duração e frequência60 min · quinzenal
- Conduçãoum supervisor, conforme foco e disponibilidade
- Modalidadeonline, ao vivo
- Investimentoinformado no contato
Modelo de desenvolvimento
Aprender, refletir, experimentar e incorporar.
O modelo SEED organiza quatro movimentos que se alternam ao longo da supervisão. O objetivo não é colecionar técnicas, mas transformar conhecimento em competência utilizável.
Aprendizagem experiencial
Partimos de sessões reais, decisões tomadas e efeitos percebidos — não apenas de explicações abstratas.
Reflexão contextual
Investigamos a função das intervenções, o momento em que ocorreram e as condições relacionais em que ganharam sentido.
Desenvolvimento deliberado
Escolhemos competências específicas para praticar, com critérios claros para observar progresso e ajustar o foco.
Incorporação autêntica
As ferramentas são adaptadas ao seu modo de estar na clínica, para que não pareçam falas emprestadas ou procedimentos mecânicos.
Recursos de trabalho
O encontro pode mudar de forma conforme o que a história pede.
Algumas situações pedem mais formulação. Outras pedem treino de conversa, atenção à relação ou revisão do planejamento. Os recursos entram a serviço da pergunta clínica.
Sigilo e cuidado não são detalhes do método.
Os encontros não são gravados. Quando trechos ou registros de sessão forem utilizados, isso ocorre somente com autorização adequada e proteção das informações identificadoras.
Desenvolvimento profissional
O que buscamos fortalecer ao longo do trabalho.
Não se trata de eliminar toda dúvida. Trata-se de construir melhores condições para pensar e agir quando a clínica não oferece garantias.
Nomear melhor o que está acontecendo sem simplificar a história.
Escolher intervenções por função e contexto, não apenas por preferência.
Dar feedback, perguntar e conversar sobre a relação com mais cuidado.
Reconhecer como seus próprios padrões atravessam o atendimento.
Integrar técnica e presença de um modo que seja verdadeiramente seu.
Quem conduz
Duas trajetórias, uma supervisão construída em diálogo.
A presença de dois supervisores amplia os ângulos de leitura e permite que diferenças de hipótese sejam trabalhadas diante do grupo, em vez de escondidas por uma resposta única.

Thaynara de Castro Simei
Psicóloga formada pela PUC-GO há mais de dez anos, especialista em transtornos alimentares pelo Ambulin/HC-USP e mestranda na Universidade de Brasília. Atua com Análise do Comportamento, desregulação emocional, transtornos alimentares, treinamento de habilidades em DBT, comunicação não violenta e ACT.

Adriano Gosuen
Psicólogo formado pela USP, com mais de 25 anos de atuação. Mestre pela UFU, doutorando em Psicologia Clínica na Universidade de Buenos Aires e com formação internacional em saúde mental. Trabalha com terapias contextuais, comunicação terapêutica, experiências de morar no exterior, masculinidades, questões LGBTQIAP+, depressão e ansiedade.
Experiências de participantes
O que permanece depois dos encontros.
“Sou eternamente grato por ter contato com os dois todas as semanas. São profissionais extremamente dedicados, interessantes e inteligentes. As nossas trocas são leves e com muito aprendizado sempre!”
“Esses dois profissionais mudaram minha prática clínica, me mostraram que é possível atuar com leveza e profissionalismo ao mesmo tempo. Sou muito grata por tamanha generosidade e conhecimento.”
Perguntas frequentes
Antes de entrar.
A supervisão é vinculada a uma abordagem específica?
Não. Adriano e Thaynara têm formação sólida em terapias comportamentais e contextuais, mas o trabalho prioriza competências clínicas transversais: formulação, relação terapêutica, tomada de decisão, comunicação e desenvolvimento do terapeuta. Sua abordagem continua sendo parte importante da conversa.
Preciso levar uma história clínica em todos os encontros?
Não. Você pode participar trazendo uma situação da sua prática ou aprendendo com as discussões dos colegas. Em grupos pequenos, observar como outras histórias são formuladas também produz repertório clínico.
Preciso ter muita experiência?
Não é necessário ter muitos anos de atuação, mas é importante estar atendendo. A supervisão depende de situações reais da prática para que reflexão e treino não permaneçam apenas no plano teórico.
Os encontros são gravados?
Não. Os encontros acontecem ao vivo e não são gravados, preservando o caráter de confiança e o cuidado com as informações clínicas compartilhadas.
A supervisão substitui psicoterapia pessoal?
Não. Questões pessoais podem aparecer quando influenciam o trabalho clínico, mas são examinadas apenas na medida em que ajudam a compreender a prática profissional. Quando houver necessidade de outro tipo de cuidado, isso será nomeado com clareza.
Como sei se há vaga e qual é o investimento?
As vagas dependem da composição dos grupos e dos horários disponíveis. Entre em contato com Adriano ou Thaynara para conhecer a turma aberta, o formato mais adequado e o investimento vigente.
Próximos grupos
Traga a pergunta clínica que continua com você depois da sessão.
Na conversa inicial, verificamos disponibilidade, formato e se a proposta de supervisão corresponde ao momento da sua prática.