Competências clínicas que a graduação não entregou de forma estruturada — independente da sua abordagem. Desenvolvidas ao longo do programa, aplicadas nas suas sessões reais.
Três psicólogos com formações e trajetórias complementares — unidos pela mesma convicção de que competência clínica se aprende, se pratica e se supervisiona.
Psicólogo clínico com especialização em terapias contextuais — ACT, DBT, MBCT e IBCT. Supervisor ACT e doutorando em Psicologia Clínica pela Universidade de Buenos Aires. Criador do Ofício Clínico, conduz os encontros ao vivo e a supervisão de casos ao longo do programa.
Formada pela PUC-GO há mais de dez anos, especialista em transtornos alimentares pelo Ambulin/HC-USP e mestranda na Universidade Federal de Brasília. Atua com Análise do Comportamento, desregulação emocional, treinamento de habilidades em DBT, CNV e ACT.
Psicóloga com mais de três décadas de experiência clínica e institucional. Formada pela PUC-GO, com passagem por Gestalt-Terapia e TCC e formação continuada em ACT desde 2022. Atende adolescentes e adultos com ênfase em escuta empática e flexibilidade clínica.
Um programa em núcleos independentes. Cada um com quatorze semanas de conteúdo gravado, encontros ao vivo e supervisão de casos reais. Você começa pelo Núcleo 1 — e decide o que vem depois.
Os alicerces do trabalho terapêutico — relação terapêutica, formulação de caso, planejamento de tratamento, ferramentas práticas e raciocínio clínico.
O programa começa de onde você está — não do zero. Cada habilidade trabalhada nos vídeos tem uma sessão real para ancorar. Sem clínica ativa, o desenvolvimento fica no plano da ideia. Com ela, vira prática.
Você já fez cursos. Provavelmente bons. E ainda assim chegou aqui com perguntas que eles não responderam. O Ofício Clínico não entrega mais conteúdo para acumular — entrega um espaço para trazer o que está difícil e trabalhar isso com alguém que vai olhar junto.
Essa é uma das perguntas mais honestas que um terapeuta pode fazer sobre si mesmo. A maioria nunca teve um mapa estruturado do próprio desenvolvimento — não porque seja descuidada, mas porque a formação raramente oferece isso. É exatamente o que começa aqui.
Você vai continuar sendo o terapeuta que é — com a sua orientação teórica, o seu estilo, a sua visão de pessoa. O que muda é o que você consegue fazer dentro de uma sessão real. Essas habilidades ficam com você independente de qualquer escola que você venha a estudar depois.
O programa pressupõe CRP ativo e prática clínica real. Sem isso, não há onde ancorar o desenvolvimento.
Este programa não ensina ACT, DBT, psicanálise nem nenhuma outra escola. Se o que você quer é aprofundar sua orientação teórica, existem formações excelentes para isso — e você deveria procurá-las.
O Ofício Clínico parte de outro lugar: você já tem uma abordagem. O que ele desenvolve é o que opera por baixo de qualquer abordagem — o que a sua escola pressupõe que você vai aprender, mas raramente ensina de forma explícita.
Competência clínica não tem orientação teórica. Reparar uma ruptura de aliança não é ACT nem psicanálise — é habilidade clínica. Formular um caso com precisão não é TCC — é raciocínio clínico. Nenhuma dessas habilidades pertence a uma escola.
Fiedler mostrou nos anos 1950 que terapeutas experientes de escolas diferentes se assemelhavam mais entre si do que com os novatos da própria escola. O que os aproximava não era a teoria — era o que sabiam fazer.
Visão de ser humano, de mundo, de doença e de saúde pertencem a escolas. Competências, no sentido amplo do termo, pertencem ao ofício.
Se você ainda não tem certeza, assista aos vídeos desta página antes de decidir. A distinção que o programa faz pode mudar o que você está achando agora.
As competências trabalhadas aqui não se desenvolvem só assistindo. Elas precisam de prática real para se consolidar — um paciente do outro lado, uma sessão que não foi como você esperava, um momento em que você não soube o que fazer e precisou decidir assim mesmo.
Se você ainda não tem onde atender, isso tem solução: o Ofício Clínico tem parcerias com programas sociais onde você pode começar. Fale comigo antes de se inscrever.
Mas se você não está atendendo e não tem interesse em começar no curto prazo, este não é o momento certo. Guarda o programa para quando estiver na clínica — ele vai fazer muito mais sentido.
Nos núcleos seguintes: comunicação terapêutica avançada, trabalho com casos complexos, manejo de crises, impasses e resiliência do terapeuta.
Você assiste aos vídeos no seu ritmo. Dois ou três por quinzena, em média 90 minutos no total. Cada semana traz duas ou três habilidades relacionadas. Você faz os exercícios propostos e, eventualmente, aplica nas suas sessões reais.
Duas horas, em grupo pequeno de até 10 pessoas. A primeira parte é supervisão colaborativa de casos reais trazidos pelos participantes. A segunda é treino de habilidades — role-play com pausas e feedback em tempo real. Você participa no seu ritmo: se não estiver pronto para trazer um caso, assiste e aprende observando os colegas.
Na semana seguinte, novos vídeos. Novas habilidades para aplicar. Novo encontro para supervisionar e treinar. Ao longo de 14 semanas — sete ciclos — você conclui o Núcleo 1. Se quiser continuar, há núcleos seguintes. Cada um independente, cada um com foco próprio.
Sete quinzenas. Cada uma começa com conteúdo gravado e termina com um encontro ao vivo. Passe o cursor sobre cada quinzena para ver o que ela cobre.
Você tem um perfil didático e a fala compassada — isso ajuda muito, muito mesmo. Gosto do seu senso de humor, ele descomprime com leveza. Aprendi muito nesse módulo. De fato o seu curso vai ajudar muito quem está começando e quem, com o tempo, percebe que está derrapando.
Várias vezes a gente tem um certo norte de "o que" fazer, mas não tem o "como", e fica bem mais claro tendo exemplos — foi me dando ideias de coisas que posso observar, dizer ou perguntar nos meus atendimentos.
Aprendi demais sobre a prática clínica, com a sua sensibilidade. São aprendizados que já incorporei e continuarei aplicando. Nem sei como agradecer pelas vezes que me acolheu. Te admiro demais como profissional.
Muitas vezes os cursos e faculdade acabam não trazendo isso (...) estamos muito atentos pro comportamento do cliente e pouco ao nosso próprio.
Você tem uma excelente capacidade de articulação, análise e sintetização. Eu vejo você como um professor — sua suavidade, conhecimento e paciência me encanta.
A supervisão me ajudou a enxergar coisas muito concretas na minha prática. Percebi como muitas vezes eu ficava com pressa de "resolver" o sofrimento do cliente e acabava atropelando alguns processos importantes da sessão. A formulação do caso me ajudou a observar melhor o que eu mesma estava fazendo em sessão e para quê. Isso mudou minha forma de conduzir os atendimentos, com mais atenção aos processos e menos pressa de "consertar".
Obrigado por ser esse profissional tão humano e acolhedor. Tudo que você disse foi de muito valor. Você foi cirúrgico — pra você ver o tanto que você foi certeiro.
Trouxe coisas bem práticas e claras, e ao mesmo tempo a ideia de ser compassivo consigo mesmo, de que todos vamos cometer erros. Isso traz um conforto que me dá mais coragem de ficar estudando como melhorar.
Mesmo que tu tenha trazido coisas das contextuais, são pontos que são úteis pra todas as abordagens. E realmente, nada funciona se não tiver a relação terapêutica.
Adriano é uma pessoa leve! Já gostei na primeira sessão. Achei interessante o detalhe atencioso de fazer anotações, principalmente enquanto ainda está conhecendo a minha história.
Através dos nossos encontros consigo me construir como alguém mais consciente e ter mais apreço por mim mesmo.
Costuma fazer conexões muito inteligentes e aos poucos tem me mostrado estratégias de como posso melhorar a minha ansiedade/crise de pânico.
Três vídeos que explicam a proposta do curso. Assista antes de decidir.
Não precisa ser muita. O curso é voltado para psicólogos com CRP ativo que já estão atendendo ou em supervisão — mas quanto antes você começar, mais oportunidades terá de acertar. Desenvolver competências clínicas no início da carreira acelera muito o aprendizado.
Não. As competências trabalhadas aqui são transversais — você entra psicanalista, ACT, junguiano ou sistêmico e sai com a mesma abordagem, mas com ferramentas que ela não te deu de forma organizada. Se você quiser entender melhor como isso funciona na prática, os vídeos desta página mostram exatamente isso.
Os encontros acontecem a cada quinze dias, com duração de duas horas. Você traz casos reais da sua prática — situações que estão difíceis, pacientes que travam, momentos em que você não sabe bem o que fazer. A gente analisa junto, conceitua, e treinamos duas coisas: as habilidades da semana anterior, porque o programa é estruturado e cada competência tem habilidades específicas para praticar, e as habilidades que o próprio caso pede — o que aparece ali, naquele momento. A participação é no seu ritmo — se não estiver confortável para trazer um caso, você assiste aos colegas.
Não. Os encontros não são gravados — por respeito à privacidade de todos os participantes e dos casos que aparecem nas sessões. O que acontece no grupo fica no grupo.
Preferencialmente, comece pelo Núcleo 1 — ele estabelece o framework que os outros núcleos pressupõem. Há sempre um novo grupo formando. Mas se você quiser, também pode reunir ao menos 7 pessoas e solicitar o início de um grupo no momento que for melhor para vocês.
Nas semanas de vídeo, aproximadamente 3 a 4 horas. Nas semanas de encontro ao vivo, 2 horas. No total, cerca de 5 a 6 horas quinzenais — compatível com uma agenda clínica cheia.
Sim. Ao concluir cada núcleo você recebe certificado com carga horária para fins de educação continuada.
Pelo WhatsApp ou pelo Instagram @adrianogosuen.psi. Respondo pessoalmente.
Você entra com a sua abordagem teórica e sai com ela — mas com ferramentas que ficam com você para o resto da carreira.
Ainda está avaliando? Leia o Caderno Clínico — textos sobre raciocínio clínico, aliança terapêutica e o ofício do terapeuta.